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domingo, 10 de dezembro de 2017

LISBOA VESTIDA DE OUTONO COM CARA DE NATAL!


















sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

SERGIO MORO NO STF

Desculpem amigos mas não resisti a idéia.

Já pensou se o juiz SERGIO MORO fosse indicado ao STF e assumisse o processo dá LAVAJATO no Supremo?

Acho que finalmente o Brasil mudaria de rumo...

domingo, 4 de dezembro de 2016

UM DOMINGO QUALQUER EM LISBOA...


Depois de alguns dias de chuva intensa hoje, a partir do meio dia o tempo resolveu dar uma trégua e resolvi das umas voltas por Lisboa, sem roteiro, sem nada, só com a vontade de aproveitar o domingo.

Vamos lá?



sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

MEMÓRIAS DE QUEM AMA A LAPA!

As pessoas que me honram com as suas presenças neste blog peço licença para abrir este espaço para um canti
nho do Rio de janeiro que tem estreita ligação com Portugal, a Lapa com o seu aqueduto.

Esta abertura é em virtude de uma crônica que li sobre a Lapa, premiada em 1º lugar no II CONCURSO LITERÁRIO LERUERJ, cujo lançamento aconteceu ontem no Departamento de Letras daquela Universidade e o seu autor me autorizou a publicar.

Abaixo tem o texto da publicação, espero que todos se interessem e gostem, história singela  de um jovem que conseguiu transpor a barreira existente  entre um longinquo suburbio do  Rio e a inebriante Lapa de ontem, de hoje e de sempre...

Deliciem-se com este passeio pelo underground do  Rio de janeiro das décadas de 80/90





 VOCÊ SABE O QUE É A LAPA, MEU FILHO???

                                                            *Deusdemóstenes de Antuérpia

            Foi por volta de 1990, se não me falha a memória, que os amigos mais velhos da vizinhança me avisaram do show do Sepultura no Circo Voador. A banda estava retornando da sua primeira turnê europeia/americana, divulgando o álbum Beneath The Remains. Um sonho a ser realizado para um jovem metalhead campo-grandense de quinze anos incompletos. Só que tamanha aventura esbarrava num obstáculo aparentemente intransponível: a permissão familiar. Súplicas à mãe esgotadas, esta resolveu assumir sua porção Pôncio Pilatus e lavou as mãos:
            Liga para o seu pai. Ele é quem resolve.
            Meu pai, falando do escritório, com voz inflexível e algo colérica, lança a questão tonitruante:
            VOCÊ SABE O QUE É A LAPA, MEU FILHO???
            Respondi, recalcitrante e intimidado por dentro, mas tentando aparentar a voz firme e decidida para um adolescente que mal havia transposto os limites do próprio bairro de origem, não a pergunta de meu pai, mas uma justificativa desesperada, talvez a última cartada de que dispunha, a última bala na agulha:
            Mas eu vou com a galera daqui da rua, pai, são todos maiores e tão acostumados.
            ENTÃO VOCÊ ESTÁ POR SUA PRÓPRIA CONTA!!! Sentenciou meu pai, resignando-se a contragosto.
            E lá fomos nós, encarando uma composição oriunda de Santa Cruz com destino à gare Dom Pedro II, para dali empreender uma caminhada de aproximadamente vinte minutos rumo aos Arcos da Lapa (estratégia de economia de alguns trocados para a bebida). Tudo era novidade, desde as figuras excêntricas vestindo roupas pretas, com os rostos pintados e cruzes invertidas penduradas no pescoço, na calçada do boteco Arco-íris, até elementos da plateia se dependurando do mezanino ao palco nas estruturas de vigas e vergalhões que sustentavam a lona do lendário espaço cultural, e se lançando ao público em desenfreado stage diving, por vezes levando-me a confundir quem era da banda com quem era da plateia. Nada mal para uma primeira vez, meu début lapeano, do qual retornei para casa já pela manhã, sujo, suado e bêbado.
            Dali por diante, minha vivência no underground carioca se intensificou, dividindo-me entre o point Sorvetão, um “pé-imundo” (porque chamar aquilo de pé-sujo seria demasiado indulgente) situado no que hoje é conhecido como o Baixo-Méier, Caverna II aos domingos na Lauro Müller, ao lado do shopping Rio Sul em Botafogo, a então novidade Garage Art Cult na Rua Ceará, Praça da Bandeira, e o já consagrado Circo Voador, com algumas incursões extrarrotineiras aqui e ali, como o Largo da Igreja de Santa Cecília em Bangu ou o hoje finado Barroquinho em Icaraí, Niterói, que cedeu espaço a um “bar de playboy” na atualidade. Vez por outra éramos agraciados com grandes shows de ícones da música pesada no Maracanãzinho, a exemplo de Venom, Exciter, Motörhead, Metallica e Iron Maiden, e o Black Sabbath no Canecão, ou grandes festivais como o Rock in Rio 2 no Maracanã e Hollywood Rock na Praça da Apoteose, cujas bandas do cast tiveram a magnanimidade de abençoar seus fãs tupiniquins com memoráveis turnês naqueles difíceis tempos para quem curtia Heavy Metal no Brasil.
            Comprar discos também era uma via-crúcis, especialmente para um morador da Zona Oeste, em tempos nos quais o transporte coletivo era ainda mais precário do que hoje em dia, se é que tal feito seja possível. Era uma verdadeira Odisseia atravessar a cidade, transitando por lojas como Point Rock em Copacabana, Hard’n’Heavy no Flamengo, Subsom e Headbanger na Tijuca, Sempre Música no Catete, e os sebos de discos na Uruguaiana que, infelizmente, hoje não existem mais , em busca das últimas novidades lançadas em vinil, que conhecíamos por meio do programa Guitarras, da extinta rádio Fluminense FM, “A Maldita”. Bons e sofridos tempos...
            A minha relação com a Lapa, porém, nunca se desfez. E não era essa Lapa dos gringos e das boates e bares “arrumadinhos” que hoje aparece no caderno de entretenimento do RJTV. Era a Lapa bandida, marginal, soturna, a Lapa dos assaltantes, travestis, prostitutas e traficantes que já não trazia o glamour das primeiras décadas do século XX de personagens lendários como Madame Satã , a Lapa dos cabarés, dos malandros, boêmios, capoeiras e compositores. Era a Lapa na qual me deparei, ao procurar por um botequim com cerveja mais barata na Mem de Sá a fim de me aquecer para um show da Dorsal Atlântica e Ratos de Porão no Circo, com uma cena inusitada: em frente a uma birosca de ambiente nada familiar, uma joaninha da PM, e, na porta, um soldado apontando uma macaquinha para o teto do dito estabelecimento, de cujo forro antigo de lambri pendia uma perna. Sim, uma PERNA humana! Ao perguntar ao atendente do balcão o que se passava, este me informou que um assaltante que acabara de praticar roubo nas imediações, sendo perseguido pela polícia, correu para dentro do bar, ao que o atendente mostrou seu tresoitão na cintura e lhe disse que “não pulasse ali senão levaria bala”, obrigando o azarado meliante em fuga a se esconder dentro do depósito no sótão do estabelecimento, onde, atrapalhado, acabou por fazer um buraco no forro com o peso do próprio corpo, tornando-se presa fácil para seus perseguidores. Nada mais típico daquela Lapa.
            Os anos se passaram, a Lapa bandida foi revitalizada e transmutou-se em Lapa turística e de lazer, cultura e entretenimento, e eu continuei minhas andanças por aquele bairro tão presente em minha vida. Mesmo me mudando para Copacabana, já nos anos 2000, aquele lugar continuou a ser o meu quintal, agora já bem mais próximo do que antes. E, como se não bastasse a recente proximidade geográfica, ainda arrumei uma bela namorada capixaba que viveu boa parte da vida em Niterói e, ao me conhecer, mudou-se para o Bairro de Fátima. Não satisfeita, mudou-se para ainda mais perto dos Arcos, na Mem de Sá, onde passo os momentos mais loucos e divertidos dos finais de semana. Companhia melhor, impossível.
            Hoje, se perguntado novamente por meu pai, seguramente eu poderia responder com firmeza e decisão à pergunta não respondida de vinte e quatro anos atrás:
Sim, pai. HOJE eu sei o que é a Lapa!


* Deusdemóstenes de Antuérpia é  carioca, rubro-negro, nascido em Campo Grande e morador de Copacabana. Apreciador de Heavy Metal e cerveja gelada, boêmio, músico, professor e historiador, mas também ama literatura brasileira, russa, inglesa e de língua espanhola. Arrisca-se a escrever de vez em quando, desde que o pano de fundo seja sua amada cidade (embora não se considere lá muito talentoso).

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

COMBOIOS DE PORTUGAL



Nasci em Santa Cruz, Rio de janeiro, último bairro no extremo sul da cidade.

Para quem não conhece a geografia da cidade do Rio de janeiro, olhando no mapa parece um longo corredor que se estreita entre a serra e o mar tendo nos seus dois extremos o bairro de Santa Cruz por um lado e o de Copacabana, do outro.

Logicamente, quase que a totalidade das pessoas que estiverem lendo esta postagem  só terão ouvido falar, até este momento, em Copacabana.  Santa Cruz, somente eu e outros eventuais santacruzenses que, por acaso, estejam me prestigiando neste exato momento.

Acontece que Santa Cruz, na época do Imperio,  foi importante, muito importante, tendo sediado uma grande fazenda administrada pelos Jesuítas, que gerava enorme riqueza para o país e foi, também, refúgio da família imperial que adorava passar temporadas de verão em seu palacio que hoje abriga um quartel do exército e que se localiza a menos de cem metros da casa em que nasci.

Aliás, do portão desta casa, no meu período de infância pude apreciar muitas vezes a  Maria-Fumaça, locomotiva movida a vapor, sendo abastecida de água através de uma enorme mangueira ligada a uma caixa d'agua existente no pátio da estação e de carvão que ficava em enormes montes estocados ao lado da caixa d'agua.

Após a operação de abastecimento lá ia ela, toda fogosa, se anunciando para quem quisesse ouvi-la e vê-la através de uma cortina de fumaça branca e seu inesquecivel piuiiii...piuiii...Belos tempos!Linda imagem que teima em não se apagar da minha memória passados quase 70 anos...

Bom, por esse preâmbulo dá prá se perceber que estamos lidando com um apaixonado pelo tema ferroviário.  Realmente, sou perdidamente apaixonado por trens e, certamente, a origem desta paixão remonta a esta formação  maternal de sentimentos. Sou nascido e criado quase no pátio da estação de trens de Santa Cruz, Rio de janeiro e exatamente por isso lamento tanto o descaso que esse importante meio de transporte enfrenta e por ter sido foi tão abandonado no Brasil.

Ao longo da minha vida tenho experimentado oportunidades de utilização de trens inacreditáveis.

Lògicamente que viajar num trem suburbano nos anos 50 de Santa Cruz até a Gare da Central do Brasil foi algo extraordinário para um menino de 5 ou 6 anos.  Mas a primeira viagem num "macaquinho", um trem de madeira puxado pela Maria-Fumaça que ia de Santa Cruz até o Município de Mangaratiba, no estado do Rio, também não fica atrás nas lembranças maravilhosas que tenho.

Mas tem muito mais.  A primeira viagem a São Paulo num trem comum e depois muitas outras usando o maravilhoso trem de prata, numa  cabine com cama e banheiro e com vagões BAR e RESTAURANTE...que luxo!!!

Viagem de Santana do Livramento/Rivera, cidades gêmeas localizadas na fronteira do Brasil com o Uruguai na década de 60, até Montevideu, capital do Uruguai.

Viagem no outro trem de prata do Rio de janeiro a Belo Horizonte

Viagem de Belo Horizonte a Vitória no trem da Vale do Rio doce.

E, acreditem viagem totalmente de trem saindo do bairro de Campo Grande, no Rio de janeiro até, pasmem, Brasilia.  Sim, isso foi possivel.

Peguei o trem suburbano 41, de Campo Grande a Central do Brasil.  Da Central viajei no maravilhoso trem de  Prata até a Estação da Luz em São Paulo.  De São Paulo usei um trem até Campinas  e de lá segui numa viagem de 24 horas em outro trem até a Capital Federal, Brasilia.  Que viagem!

Tem o trenzinho do Corcovado, trem de Curitiba a Paranaguá, trem de Barbacena, trem de Gramado,  na serra gaúcha, de Campos de Jordão, na serra paulista e muitos outros.

Mas fora os circuitos turísticos, todos os outros, aqui no Brasil, desapareceram. E na europa? E nos Estados Unidos?

Na europa é outra história, felizmente.  Já fiz muitas viagens de trem mas a primeira experiência que vou citar não aconteceu numa viagem mas somente na visão.

Em 1988, quase por acaso, eu e a Eliete fomos parar em londres, sem falarmos uma  vírgula em inglês, que sufoco.  E numa daquelas andanças acidentais, ocasionais, de qualquer turista fomos parar, sem querer,  na estação Queen Elizabeth de onde partia o maravilhoso  ORIENT EXPRESS.  Que espetáculo.

Iamos caminhando por uma rua próxima ao B&B que estávamos hospedados, vimos várias pessoas desembarcando próximo a uma grande estação ferroviária vestidos a carater, homens de fraque e cartola, mulheres de longos maravilhosos e resolvemos segui-los.  Entramos na estação, fomos caminhando na mesma direção que estas pessoas estavam seguindo  e, de repente, apareceu uma das imagens mais impactantes de toda a minha vida.  o maravilhoso trem  ORIENT EXPRESS, ele mesmo, por inteiro, ali, diante de mim, de verdade.

Percorremos toda a sua extensão, pela plataforma logicamente, mas deglutindo cada metro quadrado. Bisbilhotando todos os mínimos detalhes.  O revestimento das poltronas do carro-restaurante. As maravilhosas cortinas de cada janela, A identificação em letras douradas dos vagões,  enfim, todos os detalhes,  cada centímetro.

 Para quem nasceu  a poucos passos do pátio da estação de Santa Cruz,  a beira de uma locomotiva Maria-Fumaça, foi uma experiência impactante.

Resumindo, viagens entre Lisboa e Porto. Do Porto a Madri. De Madri a Barcelona, seguindo para Roma. De Roma a Paris e daí para Bruxelas, seguindo para Amsterdã.  De Paris a Luxemburgo.  Da Alemanha a Republica Tcheca, até a Austria, retornando a Alemanha e mais alguns trechos que não recordo agora.

Dos Estados Unidos, além de viagens de  média duração como no trecho de Nova York a Capital Federal, Washington teve uma espetacular partindo de Orlando, na Florida, serpenteando toda a costa leste dos Estados Unidos, passando por 8 ou 9 estados americanos e desembarcando na minha cidade de Newark, Nova Jersey, onde  eu e a Eliete vivemos por cerca de cinco maravilhosos  anos, entre idas e vindas

 Acho que dá pra vislumbrar um amante dos trens nesse breve depoimento.

Mas vamos ao que interessa. O título da postagem é COMBOIOS DE PORTUGAL

E o que pretendo com isto é render uma homenagem a CP- COMBOIOS DE PORTUGAL, empresa que administra e explora o transporte ferroviário em Portugal, de elevada qualidade e que tem um site informativo muito útil e bem formatado que recebo regularmente com as últimas notícias sobre tudo que se refere a transporte ferroviário em Portugal e com constantes promoções.

Abaixo segue o link  para vocês poderem apreciar os serviços desta empresa de qualidade e, eventualmente, fazer uma reserva na próxima viagem a Portugal.

Por hoje é só e até a próxima postagem.


https://www.cp.pt/passageiros/pt



domingo, 8 de maio de 2016

O QUE FAZER EM LISBOA? HÁ MUITO O QUE FAZER!!!


Ao me deparar com esta indagação só  restou uma atitude, lápis e papel na mão, seguindo a regra básica do custo zero, de preferência, consegui montar esta lista, digamos assim, inicial do que se fazer em Lisboa, numa boa!

PRAÇAS:

Para se conhecer caminhando, tranquilamente:

ROSSIO, se não veio  ao Rossio você não veio a Lisboa, podes crer.




É o  coração da cidade.  Entre outras atrações, é  daqui que sai o trem para a região serrana de Sintra, onde tem o Palacio da Pena, da charmosa Estação do Rossio.

Tem um dos botequins mais antigos de Lisboa, A TENDINHA,  em funcionamento permanente desde 1840.


PRAÇA DOS RESTAURADORES:

Ligação direta com o Rossio tendo sido inaugurada recentemente a Fábrica de Pastéis de  Nata.


É o início da famosa Avenida da Liberdade


PRAÇA DA FIGUEIRA

Na alta temporada é quase impossivel não ter algum tipo de evento cultural, gastronômico, musical aqui ou no Rossio, ou, ainda, nas duas praças que também são interligadas.
Daqui saem o elétrico ( bonde ) para Belém e um auto-carro ( ônibus ), para o Castelo de São Jorge. Aliás, é o transporte público que chega mais próximo do Castelo, exatamente à sua entrada.


PRAÇA MARTIM MONIZ

Também com ligação direta com as anteriores, região originalmente ocupada pelos Mouros com amplo comércio de produtos a preços muito baratos, muito parecido com a região do SAARA, no Rio de janeiro.


PRAÇA DO COMÉRCIO:

Ponto de partida e chegada de grandes eventos a centenas de anos atrás, com ancoradouro histórico à beira do Rio Tejo. É cartão postal de Lisboa, é monumental.


PRAÇA MARQUÊS DE POMBAL

É a ponta de cima da Avenida da Liberdade que liga este importante ponto turístico a parte de baixo, na Praça dos Restauradores.

Além de grandiosa, composta de diversos edifícios emblemáticos como o da TAP e do nosso BANCO DO BRASIL, dá início ao magnífico PARQUE EDUARDO VII, da Inglaterra.

Grandiosa, majestosa, imperdivel!

Cartão-Postal de Lisboa


MIRADOUROS E VISTAS:

O melhor para mim é o  MIRADOURO SÂO PEDRO DE ALCÂNTARA, vista deslumbrante do Tejo, dos telhados de Lisboa e a melhor vista do Castelo de São Jorge.

Bem próximo da cidade alta, onde a noite de Lisboa vai longe.


MIRADOURO SANTA LUZIA:

Na subida para o Castelo, via elétrico ( bonde ) ou auto-carro ( micro-ônibus ) a parada neste Miradouro é obrigatória. Vista deslumbrante do Caís de Lisboa.


CASTELO DE SÃO JORGE

É como ir no Rio de janeiro e não conhecer o CRISTO REDENTOR, ir a Roma e não ver o Papa,, é  ir a Paris e não subir a Torre Eiffel.   É por aí...


ASCENSORES E ELEVADOR:


ELEVADOR SANTA JUSTA:

Cartão  postal de Lisboa, dispensa qualquer referência.


ASCENSOR DA BICA:

É um tipo de elétrico ( bonde ) que liga a parte baixa a parte alta da cidade em formato de  plano inclinado,  via trilhos que, para mim, é o mais charmoso. O trajeto é superrápido e sai  dos fundos do Mercado da Ribeira e chega próximo a Praça Luis de Camões, na Alta.


ASCENSOR DA LAVRA:

Sai da Calçada de Santo Antão, na parte baixa e leva até um Miradouro bem interessante e localizado, com ótima vista do centro histórico.


ASCENSOR DA GLORIA:

É o mais movimentado, pela sua localização e destino. Sai da Praça dos Restauradores e vai até o Miradouro São Pedro de Alcântara.


EDIFÍCIO POLUX:

São  vários andares de uma loja de fábrica da tradicional marca POLUX com todo tipo de artigos de porcelana, entre outros.  No último andar funciona o setor de flores ornamentais e tem um café com vista privilegiada.  Vale muito à pena um passeio até lá.  Fica bem no centro na Rua  Santa Justa, na outra extremidade da Rua onde se acessa o Elevador do mesmo nome.


ELEVADORES DE ACESSO AO CASTELO DE SÃO JORGE:

È possivel chegar-se até bem próximo do Castelo usando elevadores que saem da loja de  Informações Turísticas da Freguesia ali do  centro até uma praça, depois irei pesquisar para fornecer o nome. Chegando nesta praça, do outro lado tem uma loja do PINGO DOCE e, dentro dele tem outro elevador que sobe mais  uns cinco andares e chega próximo do Castelo.

Bom, já está bem tarde aqui por Lisboa e vou deixar um gostinho de  "quero mais"...


Na próxima postagem continuarei dando dicas interessantes do que se fazer, andando, passeando, " de grátis", por Lisboa.

Boa noite e até a próxima postagem!


Ugo Esteves





quarta-feira, 4 de maio de 2016

PONTO FINAL, CARTEIRA NA MÃO

Finalmente, depois de dedicar todos os meus esforços desde novembro de 2015,  recebi a tão desejada carteira de Residente Permanente de Portugal.

A carteira e provisória, tem validade de um ano a contar da data que dei entrada na solicitação já aqui em Portugal.

Em 19 de abril de 2017 tenho que solicitar a renovação da carteira, vejam bem, solicitar a renovação da carteira porque o visto já está concedido.

Serão três renovações  para que oServiço de Imigração Português possa verificar se a pessoa está atendendo algumas exigências necessárias a manutenção do visto como, por exemplo, a permanência em território português por, no mínimo, seis meses a cada período de um ano.

Mas falando ainda sobre a carteira. Terei que renova-la ao completar um ano da data de emissão e terá validade de dois anos. Ao final destes dois anos terei que fazer nova renovação por mais dois anos quando, então, poderei solicitar a minha cidadania portuguesa, se  assim o desejar.

Portanto, após cinco anos corridos com o Visto de Residente Permanente para Reformados válido, obtenho automaticamente o direito de solicitar a Cidadania.

Um detalhe importante que só fiquei sabendo ao receber a carteira. Eu tinha recebido a informação e passado para voces que está categoria de visto não permite trabalhar mas na própria carteira, no verso, vem a seguinte observação:

PERMITE O EXERCÍCIO DE ATIVIDADE PROFISSIONAL.

Depois que me recuperar da emoção de ter alcançado o objetivo tao almejado vou preparar uma série de posts atualizando todas as informações sobre cada fase do processo, em detalhes, desde o primeiro momento até a conquista alcançada hoje.

Até a próxima postagem e um grande abraço.

Ugo Esteves